Formol Ressuscitado-Substâncias aprovadas pela ANVISA.


Formol Ressuscitado-substâncias aprovadas pela ANVISA

Disse que a Hair Brasil é pra mim mais do que opções de lançamentos e cosméticos inovadores, minha curiosidade é com o químico, fabricante e seu produto no mercado além de sua qualidade no cabelo, só quero poder informa-las corretamente, sem erros e sem omissões.

Não estou aqui para fazer sensacionalismo na internet  a respeito do formol, todos nós sabemos que faz mal e ponto. 

Se antigamente todas estavam sujeitas a tal tipo de “fumaça maligna” hoje temos a certeza de que a “fumaça” faz mal, a longo prazo, mas faz…

Minhas leitoras sabem que escrevo “sutilmente” a maneira de dar a dica a quem deva ser lembrado, e ainda informa-las de uma certa forma que cada uma tire suas próprias conclusões.

A ANVISA tem todo o poder sobre qualquer substância usada e apreciada em cosméticos por consumidores, sendo assim todo o produto que usamos para o cabelo deve ter seu registro por lá, rótulo, embalagem, composição, segurança, seguindo regras e normas limitadas no produto específico ao seu publico-alvo.

Foi-se visto, mês passado, que várias substâncias voltaram a tona para comercialização de forma geral, sendo aprovados pelas regras e “leis” da ANVISA.

Assim como foram restringidas substâncias também foi pedido liberação de outras. 

O formol já teve seu momento “zero%” mas voltou ser utilizado pela mesma quantia que antes:
  • Formaldeído e paraformaldeídoConservante - 0,1% (em produtos de higiene oral);
  • 0,2% (outros produtos não destinados à higiene oral);
  • Expresso como formaldeído livre - Proibido em sistemas pulverizáveis (como aerossóis e sprays)
Colorações com acetato de chumbo estavam proibidas desde 2006, mas voltaram e devem conter além da substância permitida (0,6%) várias advertências com seu uso. Dentre os principais alertas estão: manter fora do alcance de crianças, evitar contato com os olhos, não utilizar durante a gravidez, lavar bem as mãos após o uso e não usar para tingir os cílios, sobrancelhas e bigodes.
Referências A permissão de uso dessas substâncias no Brasil está sustentada por informações científicas tecnicamente reconhecidas internacionalmente.  Para algumas substâncias, são utilizadas as referências dos Estados Unidos e/ou da União Européia.



Antes não se exigia a denominação dos ingredientes que compunham o perfume de uma mascara de cabelo, hoje é necessário essa informação no rótulo. Não seria necessário se todos fossemos livre de alergia a alguns perfumes. A ANVISA, nesse caso, é até mais justa que outros países que deixam de fora ingredientes da composição dos produtos cosméticos, como silicones e ingredientes do perfume, e mostram uma rotulagem só de ativos… bem conveniente, mas cada produto segue as regras de seu país.





Seja para restringir, ou retornar uma substância abolida, é caso da ANVISA estabelecer regras e limites de segurança para todos consumidores, e claro que esperamos que  sempre NOS FAÇAM O MELHOR!

Beijos