Do Brasil para Brasileiros.

Gisele

Oi gente! Tão boas?

Não estou filosófica hoje, só estou aqui pensando o quanto de produtos já testei entre importados e profissionais, e só consegui chegar a uma conclusão até agora: os produtos Brasileiros foram feitos para as Brasileiros. Não da pra generalizar né minha gente, porque nosso mercado só cresce lá fora (sinal que a coisa ta boa) assim como os importados estão vendo muitas portas abertas pra cá…

Mas é certo que é preciso uma pesquisa de mercado pra saber o que lançar, a quem ajudar, qual tipo de cabelo e quem beneficiar com seus produtos, e essa pesquisa não é feita lá fora, é aqui, com a gente, por isso que não me surpreendo mais com produto importado não dando resultado de primeira, acontece porque foi determinado tratar certas situações com ele que não é a que meu cabelo precise (ixi, aqui já começa outra história).

Cada empresa faz seus produtos de acordo com as características e problemas mais marcantes do nosso clima, e também segundo os hábitos da mulherada daqui, que vive em sua maioria com chapinha, nos últimos tempos tem crescido os alisamentos e praticidades (finalizadores) no dia a dia.

Agora, tem noção do quanto de informação que passamos as empresas quando falamos dos maiores danos no fio, maiores problemas no couro cabeludo, etc.? Pois é, assim mesma nessa comunicação e nessa interatividade que é a internet, (mesmo sem regras, porque ainda não existe) citamos, choramos, gritamos tanto aqui pelo nosso cabelo que com certeza seremos ouvidas pelas empresas Brasileiras.

Sabia que o frizz que temos aqui no nosso MARAVILHOSO país não se tem lá fora (States)? Não fui ainda minha gente, mas é o que as amigas contam, que qualquer produto que use não da tanto de frizz quanto se tem aqui… ou seja, já estão cansados de saber que nosso clima é tropical e acarreta frizz no cabelo aos montes, o que seria óbvio fabricar produtos para nosso tipo de clima assim a maioria dos produtos acaba sendo voltado para isso.

Achei uma reportagem muito interessante e quero compartilhar com as queridas que me visitam sempre.

Isabeli
Perspectiva de cosméticos
De acordo com os estudos, os cabelos das brasileiras apresentam características distintas, mas há predominância dos cacheados (36%). Os números também apontaram que 35% dos entrevistados possuíam cabelos secos; 25%, normais; 22%, oleosos; e 17%, mistos.

A percepção do nível de dano observado nos cabelos também foi diversa: 28% consideraram não ter cabelos danificados; 41% responderam que seus cabelos eram levemente danificados; 19%, moderadamente danificados; e 12%, muito danificados.

Entre os maiores agentes causadores dos danos, os entrevistados citaram os tratamentos químicos, o escovar frequente e o uso de acessórios. E entre os benefícios mais desejados foram relatados: hidratação (17%), força (11%), e reparação (8%).

A preocupação em seguir uma rotina de cuidados com os cabelos está presente no dia a dia de 75% das mulheres entrevistadas. Esses cuidados demandam, em média, entre seis e 30 minutos para serem realizados. Uma parcela de 40% dos entrevistados afirmou lavar os cabelos entre duas a três vezes por semana, enquanto 34% lavam os cabelos todos os dias – parcela constituída majoritariamente por homens.

No tocante aos tratamentos químicos, 58% afirmaram que já realizaram algum procedimento de alisamento pelo menos uma vez na vida. Com relação às colorações, 80% das mulheres que delas fazem uso relataram utilizar tinturas permanentes, com uma frequência de uso entre quatro semanas e três meses. Ao opinar sobre tratamentos químicos, a maioria relatou ressecamento do couro cabeludo e dos fios, além de surgimento de coceiras e caspas.

Fonte: www.quimica.com.br (01/04/2013)

Beijos